Princípios
que nos
guiam
"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça." — 2 Timóteo 3:16
Explorar os princípios ↓A Autoridade
A fonte suprema da autoridade cristã é o Senhor Jesus Cristo. Sua soberania emana da eterna divindade e poder — como o unigênito filho do Deus Supremo — de Sua redenção vicária e ressurreição vitoriosa. Sua autoridade é a expressão de amor justo, sabedoria infinita e santidade divina, e se aplica à totalidade da vida.
A suprema fonte de autoridade é o Senhor Jesus Cristo, e toda a esfera da vida está sujeita à sua soberania.
A Bíblia fala com autoridade porque é a palavra de Deus. É a suprema regra de fé e prática porque é testemunha fidedigna e inspirada dos atos maravilhosos de Deus através da revelação de si mesmo e da redenção. As Escrituras revelam a mente de Cristo e ensinam o significado de seu domínio. O indivíduo tem que aceitar a responsabilidade de estudar a Bíblia, com a mente aberta e com atitude reverente.
A Bíblia, como revelação inspirada da vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo, é a nossa regra autorizada de fé e prática.
O Espírito Santo é a presença ativa de Deus no mundo e, particularmente, na experiência humana. É Deus revelando Sua pessoa e vontade ao homem. Ele convence os homens do pecado, da justiça e do juízo, tornando efetiva a salvação individual. Ele habita no coração do crente, como advogado perante Deus e intérprete para o homem.
O Espírito Santo é o próprio Deus revelando sua pessoa e vontade aos homens. Ele interpreta e confirma a voz da autoridade divina.
O Indivíduo
A Bíblia revela que cada ser humano é criado à imagem de Deus; é único, precioso e insubstituível. O fato de ser o homem criado à imagem de Deus, e de Jesus Cristo morrer para salvá-lo, é a fonte da dignidade e do valor humano.
Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade infinita.
O indivíduo, porque criado à imagem de Deus, torna-se responsável por suas decisões morais e religiosas. Ele é competente, sob a orientação do Espírito Santo, para formular a própria resposta à chamada divina ao evangelho de Cristo.
Cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.
Os Batistas consideram como inalienável a liberdade de consciência, a plena liberdade de religião de todas as pessoas. Tal liberdade não é privilégio para ser concedido — nem pelo Estado, nem por qualquer outro grupo religioso — é um direito outorgado por Deus.
Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião.
A Vida Cristã
A graça é a provisão misericordiosa de Deus para a condição do homem perdido. A salvação não é o resultado dos méritos humanos, antes emana de propósito e iniciativa divinos. Não vem através de mediação sacramental, mas como resultado da misericórdia e poder divinos.
A salvação é dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada apenas pela fé em Cristo e rendição à soberania divina.
O aprendizado cristão inicia-se com a entrega a Cristo, como Senhor. A obediência levou Cristo à cruz e exige de cada discípulo que tome a própria cruz e siga a Cristo. Sua lealdade suprema será a Cristo.
As exigências do discipulado cristão estão baseadas no reconhecimento da soberania de Cristo e exigem obediência e devoção completas.
Cada homem pode ir diretamente a Deus em busca de perdão, através do arrependimento e da fé. Há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus. Todos os cristãos são iguais perante Deus e na fraternidade da Igreja local.
Cada cristão, tendo acesso direto a Deus através de Jesus Cristo, é seu próprio sacerdote.
O lar foi constituído por Deus como unidade básica da sociedade. Devem ser constituídos da união de dois seres cristãos, dedicados à criação dos filhos na instrução e disciplina divinas.
O lar é básico, no propósito de Deus, para o bem-estar da humanidade.
O cristão é cidadão de dois mundos — o Reino de Deus e o estado político. No caso de ser necessária uma escolha, o cristão deve obedecer a Deus antes que ao homem.
O cristão é cidadão de dois mundos e deve ser obediente à lei do seu país tanto quanto à lei suprema de Deus.
A Igreja
A Igreja é uma comunidade fraterna das pessoas redimidas por Cristo Jesus, divinamente chamadas e feitas uma só debaixo do governo soberano de Deus. A Igreja como entidade local é uma fraternidade de crentes em Jesus Cristo, que se batizaram e voluntariamente se uniram para o culto e a propagação do evangelho.
A Igreja é a comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo e tornadas uma só na família de Deus.
A pessoa qualifica-se para ser membro de Igreja por ser nascida de Deus e aceitar voluntariamente o batismo. Cuidado extremo deve ser exercido para que sejam aceitas somente pessoas que deem evidências positivas de regeneração.
Ser membro de Igreja é um privilégio dado a pessoas regeneradas que voluntariamente aceitam o batismo.
O batismo e a ceia do Senhor são as duas ordenanças da Igreja. O batismo é a imersão daquele que, pela fé, já recebeu a Jesus Cristo como Salvador e Senhor. A ceia do Senhor é uma grata lembrança de Jesus Cristo e sua morte vicária na cruz.
O batismo e a ceia do Senhor são símbolos da redenção cuja observância envolve realidades espirituais.
O princípio governante é a soberania de Jesus Cristo. A autonomia da Igreja tem como fundamento o fato de que Cristo está sempre presente e é a cabeça da congregação.
Uma Igreja é um corpo autônomo, sujeito unicamente a Cristo, sua cabeça.
Tanto a Igreja como o estado são ordenados por Deus e responsáveis perante ele. Devem permanecer separados, mas igualmente manter a devida relação entre si e para com Deus.
A Igreja e o estado devem permanecer distintos, mas têm a obrigação do reconhecimento e reforço mútuos.
A Igreja tem a responsabilidade de permanecer no mundo, sem ser do mundo. Deve tomar posição definida em relação à justiça e trabalhar pela paz em todas as relações entre os homens.
A Igreja tem uma posição de responsabilidade no mundo; sua missão é para com o mundo; mas seu caráter e ministério são espirituais.
Nossa Tarefa Contínua
Os Batistas têm exaltado o valor do indivíduo, dando-lhe um lugar central no trabalho das Igrejas. O indivíduo nunca deve ser usado como um meio, nunca deve ser manobrado, nem tratado como mera estatística.
De consideração primordial é o indivíduo, com seu valor, suas necessidades e seu potencial perante Cristo.
O culto a Deus, pessoal ou coletivo, é a expressão mais elevada da fé e devoção cristã. O culto não é mera forma e ritual, mas uma experiência com o Deus vivo.
O culto envolve comunhão com o Deus vivo e santo e exige reverência, ordem e humildade.
A Igreja e todos os seus membros estão no mundo a fim de servir. Os que são chamados pelo Senhor para o ministério devem reconhecer que o fim da chamada é servir.
Deus chama pessoas de modo singular para dedicarem sua vida ao ministério da Igreja.
O evangelismo é a proclamação do juízo divino sobre o pecado, e das boas novas da graça divina em Jesus Cristo. A obra de evangelismo é básica na missão da Igreja e no mister de cada cristão.
O evangelismo é a proclamação do juízo e da graça de Deus e a chamada para aceitar a Cristo.
Missões é a extensão do propósito redentor de Deus através do evangelismo, da educação e do serviço cristão além das fronteiras da igreja local. Cada batista é um missionário, não importa o local onde mora.
As missões procuram a extensão do propósito redentor de Deus em toda parte e exigem dedicação máxima.
A mordomia cristã é o uso, sob a orientação divina, da vida, dos talentos, do tempo e dos bens materiais, na proclamação do Evangelho.
A mordomia concebe toda a vida como um encargo sagrado confiado por Deus.
O ensino e treinamento são básicos na comissão de Cristo para os seus seguidores. Devem começar com o nascimento do homem e continuar através de sua vida toda.
A natureza da fé cristã faz do ensino e treinamento um imperativo.
A fé e a razão aliam-se no conhecimento verdadeiro. As escolas cristãs devem conservar a fé e a razão no equilíbrio próprio.
A educação cristã exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais quanto responsáveis.
Tanto a Igreja local quanto a denominação têm que aceitar a responsabilidade da autocrítica. Criticar não significa deslealdade; a crítica pode resultar de um interesse profundo do bem-estar da denominação.
Todo grupo de cristãos, para conservar sua produtividade, terá que aceitar a autocrítica construtiva.
Como batistas, revendo o progresso realizado no decorrer dos anos, temos todos inteira razão de desvanecimento ante as evidências do favor de Deus sobre nós. Os batistas podem bem cantar com alegria: "Glória a Deus, grandes coisas Ele fez!"
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A Igreja Batista Conexão é uma comunidade de fé em Ceilândia, DF. Venha nos conhecer!